Um ano no ar · desde 13 de agosto de 2025 · uso gratuito
Ecossistema DigitalJus
Um conjunto de ferramentas que auxiliam na prática forense: aplicativos pensados para o dia a dia
do processo, que trazem eficiência e — principalmente — segurança e qualidade na elaboração de
minutas e na conferência de cálculos. No ar desde 13 de agosto de 2025, em desenvolvimento
contínuo, com processamento local e sem envio de dados a servidores externos.
Ferramentas que devolvem tempo a quem trabalha no processo.
Automação do trabalho repetitivo — conversão e transcrição de mídias em lote, download de processos em lote — para que o tempo fique onde exige julgamento.
Processamento localSem envio de dadosResolução CNJ 615/2025
Aplicativos para instalar
Programas que rodam na sua máquina.
Todo o processamento acontece localmente. Nenhum documento sai do seu computador.
Automação
DigitalJus Automator
v3.0 · Windows
No Windows, faz download em lote de autos e mídias do E-SAJ e do E-PROC 1G. No macOS, a versão disponível atende ao E-SAJ. Os arquivos são organizados automaticamente em pastas.
Inclui extração de texto, OCR integrado e anonimização — tudo local, sem envio de dados externos.
Classificação e anonimização automática de peças processuais. Organiza e categoriza os documentos por tipo, sem inteligência artificial: o critério é determinístico e o resultado é sempre o mesmo.
Nova versão para Windows com melhorias de desempenho e correções. Processamento 100% local, sem envio de dados externos.
Processamento de peças e mídias, direto no navegador.
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Gabinete.IA
Processamento de minutas de decisões, sentenças, acórdãos e petições, com anonimização do início ao fim e exportação para Word com formatação personalizada. Lotes de até 10 PDF.
Aula 1: instalação e configuração do login no E-SAJ ou, no Windows, no E-PROC. Aula 2: primeiro lote, OCR e anonimização. Com cartilha de apoio em PDF.
As ferramentas da plataforma DigitalJus foram desenvolvidas em conformidade com a Resolução CNJ nº 615/2025, que estabelece a Política de Uso de Inteligência Artificial no Poder Judiciário, promovendo inovação tecnológica e eficiência dos serviços de forma segura, transparente e ética.
O objetivo é apoiar magistrados e servidores na produção de decisões com mais agilidade, mantendo a transparência, a rastreabilidade e a responsabilidade exigidas pelo CNJ.
Princípios da LGPD aplicados ao tratamento, com processamento local e sem envio de informações a servidores externos.
Supervisão humana
Revisão obrigatória antes de qualquer uso. A decisão final é sempre de quem assina.
Ambiente controlado
Automações, calculadoras e fluxos executados em ambiente controlado, com integridade das informações e tratamento adequado de dados sensíveis.
Apresentação
Para que serve o ecossistema.
Cada ferramenta nasceu de uma tarefa concreta do dia a dia do processo — baixar autos em lote, classificar peças, transcrever audiências, conferir cálculos. Juntas, elas cobrem o caminho do documento bruto até o ato revisado.
O vídeo ao lado explica a finalidade do projeto e como as peças se encaixam.
Processamento localSupervisão humanaCNJ 615/2025
O projeto
Automatizar o repetitivo para devolver tempo ao julgamento.
O DigitalJus reúne ferramentas que automatizam tarefas repetitivas e reduzem o tempo despendido pelo servidor: conversão de mídias em lote, transcrição de mídias em lote e download de processos em lote — tudo realizado localmente, sem envio de informações a servidores externos, preservando a segurança exigida pela resolução do CNJ.
Licença de uso
O uso das ferramentas é gratuito e destinado exclusivamente a finalidades educacionais e profissionais. Apesar do cuidado com a precisão, a autora não se responsabiliza por eventuais erros, divergências jurisprudenciais ou pelo uso dos resultados em decisões judiciais. O usuário é o único responsável pela interpretação e pela aplicação dos dados.
O uso das ferramentas, incluindo os sistemas que utilizam inteligência artificial, deve observar a legislação aplicável, especialmente a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD — Lei nº 13.709/2018), bem como as normas e recomendações pertinentes do CNJ. Recomenda-se verificar a legislação vigente, adotar os cuidados necessários com dados pessoais e revisar os resultados antes de utilizá-los em atividades profissionais ou peças processuais.